quinta-feira, abril 20, 2017

No cortejo de coisas que vêm acontecendo e com muitos fios de meada possíveis de serem puxados para contar a estória, eu tou feliz demais, por ter me juntado à Casa Aberta, para com Vitor Wutzki e Tulio Freitas apresentar minhas velhas e novas músicas.
Vai ser um prazer imenso! <3 font="">

quarta-feira, abril 19, 2017

Então, a semana de 5 a 13 de maio será um intensivo pra gente. Os meninos (Vitor e Tulio) vêm de SP pra cerimônia de receber a medalha comigo e lançar o Diário da Piscina, na Câmara Municipal de Niterói. Serão meus convidados de honra, para tocar e cantar, além de Kali C e Bruno Cosentino, honra.
No dia seguinte, um sábado, tocaremos na Casa Aberta.
Domingo, talvez, Caxias.
E quarta-feira, no Bar Semente, onde eu tenho costumado tocar e onde a amplificação do som não é assustadora, porque é um lugar íntimo.
Na quinta, lançaremos o Diário da Piscina no Castelinho do Flamengo.
Na sexta-feira, vamos apresentar as músicas na casa do Rafael.
E no Sábado, tocamos no Escritório, dividindo com o Bruno Cosentino.
A maioria dessas apresentações será sem amplificação de som, em lugares bem pequenos e estou feliz, tudo será de meu tamanho, de meu público.

Na verdade, tudo será para todos os gostos. Por exemplo, o lançamento do Diário no Rio, será um vesperal. E porque a prefeitura precisa aprovar o flyer, já fizemos:

terça-feira, abril 18, 2017



Diário da Piscina: A literatura brasileira de Luís Capucho
April 18, 2017Luiz Antonio Ribeiro

Autor: Luís Capucho
Editora: É Selo de Língua
Páginas: 176

O corpo é sagrado. O corpo é segredo. A literatura de Luís Capucho sempre me coloca diante deste impasse: o que há no corpo que faz dele corpo? E isto, em sua obra, sempre se amplia recaindo diretamente na palavra. O que há nesta sincronia entre palavra e corpo que aponta para algo que é da ordem do mistério e, ao mesmo tempo, parece dizer sobre as coisas mais simples da vida, daquilo que é da vida pequena, reles, do cotidiano? A leitura de Diário da Piscina me colocou diante deste espanto, principalmente após ter lido todas as obras de Luís Capucho.

Diário da Piscina é o relato de um homem que, após sofrer alguma limitação física, se inscreve em uma academia de natação e começa todos os dias a praticar a atividade ao lado de uma série de pessoas. O livro, escrito em formato de ...


http://notaterapia.com.br/2017/04/18/diario-da-piscina-literatura-brasileira-de-luis-capucho/

sábado, abril 15, 2017

Eu tenho me sentido meio pistoleiro com os meus trabalhos artísticos, sabe.
Também tenho ficado embatuscado – não sei se essa palavra existe, mas ela fazia parte do vocabulário de mamãe e é muito fácil saber o que ela é – com relação a ele.
De qualquer forma, tudo continua fluindo.
As minhas As Vizinhas de Trás me fazem lembrar de quando eu estudava no segundo grau e tinha aquela matéria dos movimentos artísticos que não se ligavam em originalidade, mas em cumprir as exigências de um modelo, como fazer um Soneto, em que você tem aquela forma pré-estabelecida e vai e preenche ela com uma ideia, com a ajuda das palavras.
Então, assim são as Vizinhas e tou terminando de fazer essa, que se chamará “As Vizinhas de Trás - a guitarra de Jôsy”.
Esse nome é porque, quando estivemos no estúdio do Pedro Carneiro para gravar a Jôsy( luís capucho/Douglas Oliveira) os meninos do Exército de Bebês, sob a batuta do Bruno Cosentino, foram preenchendo as partes da música de palmo a palmo e, aí, por último, o Guilherme Lírio veio e costurou sua guitarra entre as partes preenchidas, como faz o colar verde dessas vizinhas, vejam:

quinta-feira, abril 13, 2017

O Teatro Popular de Rio das Ostras vai receber a ocupação do Prática de Montação no feriadão de Tiradentes e irá mostrar seus trabalhos nos três dias. No domingo, a Cabeça de Porco, a partir de minha obra lítero-musical.

O Diêgo Deleon mandou:

“De 21 a 23 de abril em Rio das Ostras.

Amigos, estamos enfrentando grandes desafios para fazer essa temporada. Indo porque acreditamos muito nesse encontro e saber que esse debate precisa se estendido para outros campos em tempos tão sórdidos como os que vivemos.

Para diminuir os riscos de um prejuízo financeiro, o que seria grave pra nós, precisamos encher as sessões dos espetáculos.

Por isso, quem puder divulgar, recomendar, marcar os amigos, comprar ingressos pra família, vai ganhar um lugar muito especial no nosso coração.

Talvez esse seja uns dos momentos mais estranhos pra cultura em muito tempo. No Rio, muitos artistas estão desempregados por conta de um calote milionário da prefeitura. A Martins Pena, a escola de teatro mais antiga ameaça fechar suas portas. É difícil permanecer em grupo no meio do salve-se quem puder. Também é difícil trabalhar no sensível, quando a realidade grita por sobrevivência. Sei lá. A gente vai resistindo enquanto somos.

A gente ainda precisa de ajuda com transporte. Se alguém souber onde conseguir, nos avise? Ou doações para o aluguel de um microonibus.

No mais, espero vê-los no teatro. Temos algo muito especial pra contar.” <3 br="">
https://www.facebook.com/events/1913292212244706/


terça-feira, abril 11, 2017

Homens Machucados - Luís Capucho, Bruno Cosentino e Pedro Carneiro [Show...

Eu tenho lembranças de quando eu era criança ficar admirado
demais com corpos de homens machucados. Os curativos na carne musculosa e
cabeluda eram demais pra mim. Os caras ficavam lindos demais com eles!
Também, pré-adolescente, tive um desses sonhos que não se
esquece nunca. Tinha um homem machucado amarrado no cenro de um curral. E eu o
via de dentro de um museu. O curral em que ele estava era como uma tela viva. E
fiquei ali olhando, apaixonado.


Então, agora, surgiu a Homens Machucados:

segunda-feira, abril 10, 2017

No meio do filme que estávamos vendo, ontem, a gente achou que a estória já tinha sido toda desenhada, inclusive o que não havia sido visto ainda. E paramos.
Particularmente, faço sempre isso, sabe.
Outro dia um amigo reclamava comigo de pessoas assim, que abandonam os problemas, porque, para elas, é melhor de resolvê-los dessa maneira.
Você pensa: não quero isso pra mim, vou sair fora. E, aí, se não for frio o suficiente, fica fritando o problema por anos a fio, mas fora dele, desatualizado dele, até que ele vá para o quarto de entulhos e, então, volta a aparecer, descontroladamente, mas só sob a forma de enigma, nos sonhos. Na vida mesmo, essa que a gente sente como verdadeira, ele não existe mais, está frito.
Essa noite tive um sonho desses. Um que sempre tenho.
Sonhei com a Cabeça de Porco.
Fritura... e já virou livro - essa capa, feita sob uma foto do Pedro, ficou linda, mas a editora não usou: