segunda-feira, setembro 24, 2012

Pessoas São Seres do Mal - Luís Capucho - Solar de Botafogo



No processo de concepção do que veio a se transformar no que hoje é o CD “Cinema Íris”, muitas coisas das que foram confluindo para o disco ficaram grudadas e muitas outras coisas que chegaram a ele, passaram batidas e vão aos poucos sumindo no éter do tempo.
Como vinha falando no post anterior, sobre arte ou artista não assumidos, agora que o disco está formado com as músicas em torno a seu centro, magnetizadas entre si, fazendo um todo único de nome “Cinema Íris”, é provável que isso de que falei no post anterior, contribua para o seu desaparecimento mais ou menos rápido, assim, um esfacelamento, na medida em que o acaso conflua ou não para o seu centro.
Isso está um assunto muito abstrato, mas quero continuar tentando dizer.
Ainda é possível que o disco, com suas atrações internas e com suas outras atrações, se adiante por si só com as músicas orbitando em torno a seu centro. E que o artista e a arte, assumidos ou não, não tenha controle algum sobre seu destino, quer dizer, se ele vai rapidamente evaporar-se no éter do tempo ou se irá manter-se posicionado adiante em algum lugar visível, como penso serem visíveis em suas posições os meus primeiros livros Cinema Orly e Rato. E como ainda penso ser visível em sua posição o meu primeiro CD Lua Singela.
Quanto ao “Mamãe me adora” isso também é uma incógnita, bom leit@r...
Por hoje é isso!
Aproveitando o ensejo para mais uma das canções do Cinema íris:

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